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Eu Superior

 

Em minha mão direita empunho a espada de luz do amor…

Em minha mão esquerda empunho o escudo de luz 

que é a vossa hóstia…

Em meu plexo solar guardo a sabedoria elementar 

dos Deuses Divinos da Criação…

E em meu coração o PODER EU SOU…

EU SUPERIOR do Ser, 

minha Luz que provém da 

FONTE QUE TUDO É – DEUS Infinito em Bondade, 

Luz, Amor, Compaixão, Sabedoria, Unidade, 

Eternidade, Fraternidade, Igualdade, Evolução…

Assim Somos…Divinos Criadores…

Fonte de todos os Louvores…

Eternos em saber…

Eternos em amar…

Eternos em criar…

Eternos em compartilhar…

Somos puros e sábios…

Dignos de muita luz e criatividade…

De muita paz e bondade…

Transformações acontecem quando queremos…

Mutações sofremos quando nossa vontade se estende…

Podemos mover montanhas…

Caminhar sobre as águas…

Mudar o clima da terra…

Ver o que ninguém sente…

Sentir o que ninguém entende…

Saber o que muitos pedem…

Plantar e semear as sementes…

Fazer acontecer…

essa é a chave da porta do Palácio de Cristal…

das Portas do Céus…

Por onde passo sinto os córregos

 e rios chorarem por todo sofrimento que passamos….

Eles olham e choram 

e ao mesmo tempo derramam lágrimas de amor 

e compreensão…

Suas lágrimas nos protegem…

Lavam nossas almas…

Enxugam cada lágrima…

Expurgam cada carma…

Faz-me ver todas minhas vidas passadas…

As árvores e folhas…

Balançam num ritmo alucinante…

Num ritmo dançante…

Vejo em toda parte fragmentos de arte 

que nos trazem mundos a parte…

De Andrômeda a Marte…

E faço luz em compasso…

Me protejo como aço…

Somente a semente do cosmos…

plantará a flor de cada átomo…

Neutrôns, prótons e elétrons, 

me torno passageiro no tempo e no espaço.


Amor, Luz e Paz

Shiva


No Hinduísmo o Deus Único,como em praticamente todas as doutrinas religiosas tradicionais,se divide em uma Trindade,conhecida como Trimûrti. A que envolve Shiva,se desenvolve em um período tardio da história hindu, como fruto de duas trindades reinantes na era pré-védica.Ela une Brahma,‘o Criador’,Vishnu,o ‘Conservador’,e Shiva,‘o Destruidor e Regenerador’.Este trio condensa três potências essenciais,conhecidas como gunas.


Sattya é a virtude inerente a Vishnu,indicando a energia interior que tudo agrega,a claridade que ilumina o consciente.Já Tamas é a qualidade de Shiva,representando o poder de disseminação,de destruição,as sombras de onde o Universo flui e para as quais ele retorna.Rajas é a potência sem a qual tudo permaneceria em repouso,inerte;ela extrai da relação dialética entre as outras duas forças o material imprescindível para instaurar a geração do novo,pelo qual Brahma é o responsável,abalando assim a inércia.

Shiva e sua companheira Parvati simbolizam o dualismo presente no Universo Revelado – a esfera do Espírito e a da Matéria,de Purusha e de Pakriti.Shiva não pode ser considerado simplesmente aquele que tudo devasta,pois ele desintegra o velho para edificar o novo.Deste ponto de vista ele pode ser visto como um restaurador,que revigora antigas forças, transmuta tudo à sua volta.As expressões mais primitivas desta divindade são encontradas no Neolítico,por volta de 4.000 a.C.


Neste período ele era representado como Pashupati – ‘pashu’,animais,feras; e ‘pati’,senhor,mestre -,o Senhor dos Animais,que simboliza o potencial telúrico,suas energias masculinas.Além desta conotação,ele pode igualmente se referir aos sentimentos e impulsos mais primitivos,como o orgulho,os instintos sexuais mais primários,o ódio,entre outros.Este mestre das feras é a expressão máxima de um ser que venceu suas bestas interiores e aprendeu a coexistir com elas.As lendas sobre Pashupati indicam a necessidade absoluta de se aceitar a existência destes animais dentro de cada um,para que então se possa transcendê-los.

Shiva também é conhecido como o criador do Yoga,imediatamente associado a Shiva por constituir uma modalidade que,ao ser praticada,gera mutações orgânicas,psíquicas e emocionais.Ele é o deus que está acima de todos na sua categoria,portanto chamado Mahadeva;o artífice da paz,assim respeitado como Shankara;e o generoso,portador da felicidade,o Shambo ou Shambhu. 
 
Shiva,aliás,significa no hinduísmo ‘o Benéfico’,e pertence à primeira classe dos Deuses.

Esta divindade está presente no momento da geração do Universo,como semente oculta,e no fim de tudo,como elemento de destruição e renovação, quando toda existência funde-se novamente ao que Não se Manifesta.Sua iconografia o apresenta portando o Trishula,instrumento na forma de um tridente que tem como missão debelar toda ignorância existente no Homem. Suas três extremidades simbolizam os três gunas acima descritos,a inércia,o movimento e o equilíbrio.

Shiva vem acompanhado também da fatal serpente Naja,a qual,envolta em sua cintura e no seu pescoço,confirma o controle do deus sobre a morte,a conquista da imortalidade.Do alto de sua cabeça flui um jato de água,o próprio rio Ganges que desponta de seus cabelos.Conta-se que o Ganges ou Ganga era muito tumultuoso e arrebatado,portanto demoliria o Planeta com o poder de sua queda sobre a superfície.Assim,para evitar uma catástrofe, Shiva atendeu os pedidos humanos e concedeu que o rio aterrissasse inicialmente em sua cabeça,amenizando o choque.Desta forma,o Ganges pode se derramar sobre a Terra,fluindo naturalmente por todos os seus recantos.

Seu símbolo fálico,conhecido como Lingam,‘emblema,distintivo,signo’, simboliza a ferramenta criadora,o poder da vida,a potência masculina ligada à criação do Universo.Cultuar este símbolo é como adorar o próprio Shiva.O tambor por ele tocado está relacionado à presença do som no nascimento do Cosmos;através de seus acordes o deus instaura no Universo o ritmo fundamental e marca os movimentos de sua dança.Com a suspensão momentânea do toque deste instrumento,o Universo se dilui e só ressurge quando ele volta a tocá-lo.

 
Por Ana Lucia Santana
 
(fonte:www.infoescola.com/hinduismo/shiva)
 
Amor,Luz e Paz

21 de Janeiro*Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa

 

A Presidência da República oficializou,em 2007,o dia 21 de Janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. 

 
Instituída pela Lei nº 11.635,de 27 de dezembro de 2007,a data rememora o dia do falecimento da Iyalorixá Mãe Gilda,do terreiro Axé Abassá de Ogum (BA),vítima de intolerância por ser praticante de Religião de Matriz Africana. 
 
A Sacerdotisa foi acusada de charlatanismo,sua casa foi atacada e pessoas da comunidade foram agredidas.Ela faleceu no dia 21 de janeiro 2000,vítima de infarto. 
 
Foi vítima?Denuncie.Denúncias de violações contra Religiões de Matriz Africana,Comunidades Quilombolas,de Terreiros e Ciganas,podem ser feitas pelo Disque 100,serviço do Governo Federal para receber denúncias de violações de direitos humanos.O Disque 100,juntamente com a Ouvidoria do Igualdade Racial,são instrumentos oferecidos pelo Governo Federal no combate ao Racismo.