Fatalidade e Livre Arbítrio

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Antes do regresso à experiência no Plano Físico,nossa alma,em prece,roga ao Senhor a concessão da luta para o trabalho de nosso próprio reajustamento.

Solicitamos a reaproximação de antigos desafetos.

Imploramos o retorno ao circulo de obstáculos que nos presenciou a derrota em romagens mal vividas…

Suplicamos a presença de verdugos com quem cultiváramos o ódio,para tentar a cultura santificante do amor…

Pedimos seja levado de novo aos nossos lábios o cálice das provas em que fracassamos,esperando exercitar a fé e a resignação,a paciência e o valor…

E com a intercessão de variados amigos que se transformam em confiantes avalistas de nossas promessas,obtemos a bênção da volta.

Somos herdeiros do nosso pretérito,e nessa condição,arquitetamos nossos próprios destinos.

O egoísmo e a vaidade costumam retomar o leme de nosso destino e abominamos o sofrimento e o trabalho,quais se fossem duros algozes,quando somente com o auxilio deles conseguimos só erguer o coração para a vitória espiritual a que somos endereçados.

É, por isso que a fatalidade e o livre-arbítrio coexistem nos mínimos ângulos de nossa jornada planetária.Geramos causas de dor ou alegria,de saúde ou enfermidade em variados momentos de nossa vida.

Aceitemos os problemas e as inquietações que a Terra nos impõe agora,atendendo aos nossos próprios desejos,na planificação que ontem organizamos,fora do corpo denso,e tenhamos cautela com o modo de nossa movimentação no campo das próprias tarefas,porque,conforme as nossas diretrizes de hoje,na preparação do futuro,a vida nos oferecerá amanhã paz ou luta,felicidade ou provação,luz ou treva, bem ou mal.

Emmanuel*Chico Xavier

Amor,Luz e Paz

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